De Luz à Pedra

30 de novembro de 2010

O meu nome não é o seu

Mas bem que podia ser

Se você perceber

Tudo pode acontecer

Se você permitir

Tudo pode fluir

Se ao menos eu fosse feito de pedra

Sou feito todo de luz

Nos teus olhos eu me vejo

No teu sorriso eu me perco

Em meu coração te pus

Por trás dos teus óculos

O sol não me encontra

O vento não me acha

Estou aqui nessa escuridão

Esperando alguém aparecer

Qualquer pessoa que seja você

Como um cão fiel

Eu te sigo

Me permito

Me desminto

Mas só regrido

Não medido

Estou metido

Em meio a teu perigo

Desse amor proibido

Se não fossemos apenas bons amigos

Eu estaria contigo

E você comigo

Nas ondas do teu som

Nos brilhos dos teus cabelos

Eu encontro o meu tom

E te faço um apelo

Aquela música que não tocou

Aquele beijo que você beijou

Aquela mão que me acariciou

Aquele cheiro que de ti exalou

Meu corpo estremeceu

Quando no mar você entrou

O sol foi se por

A lua ainda não chegou

E meu amor nunca acabou

Só está faltando alguém

Trazer prazer


Frase do dia:

"A janela tá aberta, a casa é sua, pode morar"

Começo aqui minhas contribuições com o último texto que escrevi, que muito tem a ver com a proposta do blog. Mente ilícita? Então, nada melhor do que falar de um amor ilícito... Ah se você soubesse que eu posso te oferecer o mundo!

Paz a todos e até a próxima!

Lucas Macaco

1 Críticas:

  1. Duilio X disse...:

    Cara, linda esta poesia. Você é bom!

    Manda ver ai bixo!

    Abraços.

    http://duiliopereira.blogspot.com

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